Depósito de coisas que eu penso.
Agora os amantes da Apple tem um ponto de encontro oficial para comprar seus iPhones, iPods e Macs. E como disse meu xará Michel Lent, agora só falta a AppleTV e a iTunes Store.
Depois de até ser motivado a desistir de receber o produto pela própria empresa, finalmente o Submarino resolveu mandar a versão 10.6 do Mac OS X para mim. Instalei-o ontem a noite e fiz alguns testes no meu Macbook Core 2 Duo com 2 GB de RAM:
Instalação: A instalação foi muito fácil e descomplicada. Durou cerca de 50 minutos.
Boot: Durou 34 segundos, não muito diferente do Leopard. Que decepção.
Aplicativos: Os aplicativos nativos do sistema estão abrindo bem rapidamente com atenção para o QuickTime que agora pode gravar ações na tela em video. Alguns aplicativos de código aberto simplesmente não abriram, outros ficaram com baixa performance. O Microsoft Office precisou do Apple Rosetta para poder rodar. A suíte iLife está uma bala. Os programas da suíte Adobe CS4 estão com uma performance maravilhosamente boa.
Finder: Ganhou uma visualização de aplicativos no Dock em grade e com direito a barra de rolagem o que facilitou o acesso aos aplicativos. Ganhou também a possibilidade de navegação dentro da grade de documentos.
Especificamente no Mac onde instalei o Snow Leopard, estou sentindo o TrackPad se comportar de maneira estranha principalmente quando faço uso do Exposé, ou será que estou com o Mal De Parkinson?
Diante dessas circunstância eu poderia dizer o seguinte: Bom, bom, bom não ta. Mas ta bom, ta bom, ta bom.
Meu primeiro contato com o fumo se deu através de uma brincadeira entre primos na adolescência. Eu e mais quatro primos passávamos em frente a um bar e ficamos deslumbrados com um pacote cheio de “matinho” que estava na prateleira. Eram aqueles pacotes de tabaco que nossos avós provavelmente compravam para fumar em cachimbos. É lógico que não compramos UMA coisa daquela. Compramos VÁRIAS coisas daquela. E naquele tempo não tinha essa de ser de menor não. Compramos com a maior cara de pau e levamos pra casa.
Chegando em casa nos reunimos no quintal e percebemos que uma folha de caderno seria pequena para abrigar aquela quantidade colossal de tabaco, então enrolamos tudo em uma folha de jornal. Tivemos o maior cuidado em enrolar o nosso “cigarrinho” pois era o nosso primeiro contato com o mundo mágico dos fumantes. Afinal, sempre víamos nos filmes aqueles bad boys e mocinhos se deliciando com a fumaça. Nós queríamos ser mocinhos e bad boys também! E estávamos ali, fabricando nossa liberdade.
Quando nosso super-cigarro ficou pronto, formamos um círculo ao redor dele e tudo ficou parecendo um ritual. Olhávamos uns para os outros na expectativa de que um de nós tivesse a coragem de acender aquele Titã. Finalmente, um dos primos acendeu o cigarro e o fumamos no estilo Cachimbo da paz, passando de mão em mão. Na minha vez, traguei aquilo com uma tal voracidade que acho que a fumaça se instalou por todo meu corpo por um período de uma semana. Me faltava o ar. Foi traumático. Me senti estuprado por aquele cigarro maldito.
Graças a esse episódio, nunca mais andei pelas veredas da nicotina. E nem quero. Acabei trilhando o caminho da cevada. Este sim, está difícil de largar.
Estou preocupado com o crescente número de novos usuários que estão chegando à Internet. Para nós que lidamos com ela a mais tempo é fácil distinguir o que é e o que não é na Web. Se eu entro em página X, posso saber se trata-se de um portal, blog, páginas de anúncios ou coisa assim. Os marinheiros de primeira viagem não estão muito adaptados a fazer essa distinção e a maioria deles age como se estivesse naquela liquidação imperdível, nun corre-corre danado, dando cliques e escrevendo bobagens pra tudo que é lado.
No meu blog fui obrigado a fechar vários comentários de posts antigos por conta de alguns desses filhos da puta internautas incautos que escrevem coisas tão absurdas que nem vale a pena colocá-las aqui. Ok! Disseram que a minha mãe trabalha na profissão mais antiga do mundo.
Deveriam ser distribuídos junto com a venda de computadores uma espécie de Manual da Internet (ou algo parecido) pelo menos para amenizar os possíveis transtornos causados pela falta de direção de alguns desses usu(ot)ários. Infelizmente para muitas dessas pessoas a Internet se resume a: Orkut + Msn + YouTube. Quer uma prova? Entre em alguma lan house e veja quais são os sites que estão sendo acessados pela molecada.
As escolas também deveriam atuar nesse sentido fazendo uso produtivo do e-mail, por exemplo, para compartilhar determinados materiais, exercícios etc. Pedir para os alunos apresentarem seus trabalhos de forma digital ou criar blogs e podcasts. Afinal, o cenário mudou e é preciso mais do que nunca tentar acompanhar isso. Caso contrário, a Matrix vai quebrar.
Comecei a ouvir o rock da Legião Urbana quando tinha apenas 10 anos de idade. O som dos primeiros acordes da música “Será” e a voz inconfundível de Renato Russo fizeram com que me apaixonasse imediatamente pela banda.
Adoro todos os discos da banda, mas tenho que confessar que o meu preferido é “O Descobrimento do Brasil”. Quando comprei este LP (isso mesmo, LP) fiquei maravilhado. O início do disco com a música “Vinte e Nove” já me deu um choque positivo de cara. Só o Dado Villa-Lobos pra arranjar tão bem uma música com bandolins, cítaras etc. Achei mágico o tom medieval que esses instrumentos deram em algumas músicas como em “Love In The Afternoon” e “O Descobrimento do Brasil”. É um disco fantástico.
Estes rumores de que Dado e Marcelo Bonfá farão uma série de shows pelo Brasil convidando alguns artistas locais para participarem nos vocais cantando saudosos hinos da banda me deixaram feliz e ao mesmo tempo triste. Triste porque a frustração será certa ao ver os dois ex-componentes da banda e não ver o querido Renato com seu jeito singular de cantar e dançar. Mas será positivo o tributo à banda em si.
Na minha concepção não há possibilidade de uma volta da banda porque a alma da Legião Urbana era o Renato Russo. Sem ele não teria sentido algum essa “volta” dita esses dias na web. Enquanto essa série de shows não tiver previsão para começar, o bom mesmo é ficar ouvindo os sucessos da banda no carro, em casa etc.
Michel Ribeiro. Pseudo escritor, pseudo baixista e pseudo blogueiro. Moro em Belém/PA, tenho 30 anos e adoro computadores desde 95. Mais...
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