Bryan Adams retoma parceria de sucesso em “So Happy It Hurts”

O cantor canadense Bryam Adams anunciou hoje seu novo single “So Happy It Hurts” que fará parte do novo álbum de mesmo nome com lançamento para 11 de março. A grande surpresa até agora é que a produção e autoria do single ficou por conta de ninguém mais ninguém menos que Robert John Mutt Lange, produtor de álbuns icônicos do rock inclusive do álbum de sucesso de Bryan “Waking Up The Neighbours”, de 1991.

De acordo com Adams, “‘So Happy It Hurts’ fala sobre liberdade, autonomia, espontaneidade e a emoção de viver em uma estrada sem fim. O álbum toca em muitas coisas efémeras da vida e que são o verdadeiro segredo da felicidade e mais importante, da conexão humana”, disse.

Não dá para deixar de notar que a nova música de Adams chama atenção pelos vocais de apoio criados por Mutt, que lembram bastante as produções do já citado álbum “Waking Up The Neighbours”, em especial a faixa “Not Guilty”. Essa mesma característica Mutt empregou em produções com Deff Leppard, Shania Twain etc., nas quais a “marca” do produtor e compositor sul-africano fica bem evidente.

Que a parceria de Bryan Adams e Mutt Lange dá certo ninguém duvida. O que resta saber é se as demais faixas do novo álbum também serão produzidas pelo produtor sul-africano. É esperar para ouvir.

James Horner deixou saudades

Neste dia há exatos seis anos, nos deixava um dos grandes artistas contemporâneos que marcou a cultura pop para sempre: James Horner. Ainda que você não conheça esse músico e produtor estadunidense, provavelmente é admirador de sua obra sem saber.

Impossível não ter se emocionado com a trilha sonora na história do cavaleiro escocês William Wallace, na produção cinematográfica de Mel Gibson “Braveheart”, de 1995. Horner, além de uma lista extensa de filmes, embalou dois grandes sucessos do diretor James Cameron: Avatar, de 2009; e a que considero a maior obradeHorner, Titanic.

O trabalho de James Horner em Titanic é especial não pelo fato de o longa-metragem ter se tornado um blockbustere a música My Heart Will Go On, composta por Horner e Will Jennings e cantada por Celine Dion, virar um grande sucesso mundial. Mas sim pela homenagem sutil que Horner presta a música celta. Alias, uma das principais marcas do trabalho de James Horner é a utilização de instrumentos musicais de origem celta como a flauta irlandesa e a gaita de fole escocesa. James Roy Horner faria em agosto 68 anos. Faleceu pilotando seu avião turboélice Embraer EMB-312 quando caiu em Los Padres National Forest, no sul da Califórnia. Pilotar era um de seus hobbies favoritos.

O segredo do sucesso de Back In Black: Mutt Lange

É curioso dizer que o segundo álbum mais vendido da história da música é de hard-rock. Mais precisamente o álbum da banda australiana AC/DC, “Back in Black” de 1980. Lançado há exatos quarenta anos e com cerca de cinquenta milhões de cópias vendidas, Back in Black fica atrás somente do álbum de Michael Jackson “Thriller”, de 1982, que vendeu sessenta e seis milhões de cópias. Curioso também é o fato de o responsável pelo sucesso mundial da banda vir de um recluso produtor musical sul-africano radicado na Suíça chamado Robert John “Mutt” Lange.

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A cobertura da pandemia do novo coronavírus trouxe maior credibilidade ao jornalismo

A pandemia causada pelo novo coronavírus impactou inúmeros setores de atividades profissionais no ramo do entretenimento, varejo, moda, aviação etc. Em meio a esse cenário, com o advento do isolamento social ou mesmo lockdown em algumas capitais, a cobertura jornalística, definida pelo Governo Federal como atividade essencial no enfrentamento à pandemia da covid-19, ganhou novos olhares frente à crise sanitária que se instaurou no país.

Há alguns meses, quando vivíamos vidas normais, as mídias sociais da internet eram a principal fonte de informação para o cidadão médio brasileiro. Acesso fácil na ponta dos dedos, textos curtos e a não necessidade de checar informações são opções tentadoras para quem vive a vida frenética das megalópoles.

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Mediação na era digital

Não é exagero afirmar que o nível de credibilidade depositado em informações difundidas em sites de redes sociais na internet vem crescendo de modo exponencial. Nesse mar de publicações a esmo é preciso salientar a importância da mediação jornalística nas plataformas digitais que, de fato, ajudaram a democratizar o envio e o recebimento de informações em todo o mundo.

A lógica do viver em rede na era digital trouxe consigo a ideologia do ‘compartilhar’. Viver, por si só, não é mais viver. É preciso que o outro saiba o que se está fazendo, comendo ou sentindo, logo toda experiência é passível de registro. Ao longo de alguns pares de anos é nítida a perda da individualidade, que no passado foi responsável pelo surgimento das religiões e da filosofia. É de se admirar como a cultura de celebridade de massas se dissipou diante de redes sociais como Facebook, LinkedIn e Twitter, nas quais a busca pela fama e admiração é uma constante.

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O country que não é mais rock

Shania Twain e Mutt Lange – O fim de uma parceria que deu certo

O primeiro disco de Shania Twain, de 1993, que tem como título o nome da própria cantora, possui apenas uma composição de Shania em parceria com o já falecido compositor Kent Robbins. Para época, o disco vendeu inexpressivas cem mil cópias, o que fazia muitos críticos acreditarem que aquele seria o início do fim da carreira da, então, jovem cantora oriunda de Ontário, Canadá. Após percorrer diversas rádios e gravadoras com uma fita demo na mão, a cantora canadense Shania Twain foi vista no clipe da música “What Made You Say That” pelo produtor musical sul-africano Robert John “Mutt” Lange. Depois de muitos telefonemas nos quais partilhavam composições, Mutt passou a ser responsável pela produção musical dos discos de Shania. Os dois casaram-se no mesmo ano de 1993 e começou então uma brilhante parceria que viria a render ótimos frutos.

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